APESP

 
 

 

Apesp – 60 anos:

Apresentação da Orquestra Bachiana Jovem inaugura comemorações

 

Na noite de ontem, em evento que marcou o início das festividades em comemoração aos 60 anos da Apesp, o Centro Sociocultural foi palco de uma sublime apresentação da Orquestra Bachiana Jovem, sob regência do maestro Laércio Diniz. A platéia – formada por mais de 200 procuradores e familiares – foi agraciada com peças clássicas do austríaco Wolfgang Amadeus Mozart, dos alemães Johann Sebastian Bach e Johannes Brahms, do italiano Luigi Bocherini e dos brasileiros Heitor Villa-Lobos e César Guerra-Peixe. Composições populares de Adoniran Barbosa, Carlos Gardel e David Brubeck completaram o espetáculo. “Agradeço aos procuradores pelo convite para participar da comemoração dos 60 anos da Apesp”, disse o maestro.

 

Em discurso, o presidente da Apesp, Ivan de Castro Duarte Martins, afirmou que a entidade, fundada em 1948, construiu nos últimos 60 anos uma profícua trajetória em prol do interesse público e da carreira. “A Apesp é uma entidade criada por procuradores do Estado, mantida por procuradores do Estado e administrada por procuradores do Estado para os procuradores do Estado”. O presidente destacou que a efeméride contará também com a publicação de um livro sobre a história da Apesp (editora Lettera.doc), elaborado por Cássio Schubsky, editor e historiador. “Solicitamos aos colegas que nos enviem cópias de documentos e fotografias, que porventura possuam, para municiar a importante pesquisa”. 

 

 

Homenagem

 

 

A entrega de um buquê para a chefe do Centro de Estudos, Márcia Semer, pela diretora financeira da Apesp, Márcia Zanotti, foi o ato simbólico de uma homenagem que toda a carreira presta à inestimável colega. A láurea justifica-se, primeiramente, pela sua relevante história de contribuição para o fortalecimento da PGE (veja breve currículo abaixo). Ademais, a inesquecível noite só foi possível pela intermediação feita pela chefe do Centro de Estudos com o maestro, que concordou em transferir a apresentação graciosa da Orquestra Bachiana Jovem para o auditório do Centro Sociocultural.

O concerto estava previsto para ocorrer na Sala São Paulo, por ocasião do lançamento do livro da História da PGE (também editado por Cássio Schubsky e já impresso), adiado sem previsão de nova data. Cabe também um agradecimento à colega Maria Beatriz N.S. Martins Lazarini, que possibilitou o contato com a Orquestra (em instantes, as fotos do evento estarão disponíveis).

 

Descontração

 

Durante a “Pequena Serenata Noturna”, de Wolfgang Amadeus Mozart, o maestro Laércio Diniz cedeu a batuta e convidou alguns espectadores para regerem a Orquestra. A oportunidade não foi desperdiçada. Num átimo, diversos “maestros” se prontificaram. Foi a chance de Estefanie, Pietro e Paulo, filhos de procuradores, e do colega Daniel Smolentzov conduzirem um seletíssimo grupo de musicos.

 

Coquetel

 

A Apesp ofereceu, ao final do espetáculo, um coquetel para confraternização dos presentes.

 

Programa do espetáculo

 

- “Jesus, Alegria dos Homens”, de Johann Sebastian Bach – versão para orquestra de cordas, oboé e fagote;
 

- Minueto do compositor italiano Luigi Bocherini – versão para orquestra de cordas;

 

- 1° movimento da Pequena Serenata Noturna, de Wolfgang Amadeus Mozart;

 

- Bachianas n° 4, de Heitor Villa-Lobos;

 

- Danças Hungaras n°s 1 e 5, de Johannes Brahms;

- Reggae, composto por David Brubeck;

 

- “Por Una Cabeza”, de Carlos Gardel;

 

- “Trem das Onze”,  de Adoniran Barbosa

 

- “Mourão”, do compositor brasileiro César Guerra-Peixe.

 

Orquestra Bachiana Jovem

 

A Orquestra Bachiana Jovem foi criada em 2006, a partir de um projeto de inclusão social desenvolvido pelo maestro João Carlos Martins, com o objetivo de levar apresentações de música clássica para jovens (de atitude). Inspirada na Bachiana Filarmônica, a Bachianinha, regida pelo maestro Ênio Antunes e supervisionada pelo maestro João Carlos Martins, atinge seus objetivos em projetos como o Toca Atitude. Durante o ano, a orquestra, formada por 35 jovens de várias classes sociais, fez diversas apresentações, no Brasil e pela primeira vez, em Nova Iorque. Já lançou seu primeiro CD e foi assistida por mais de 10 mil pessoas.

 

 

Chefe do Centro de Estudos – Dra. Márcia Maria Barreta Fernandes Semer 

Graduou-se em Direito pela USP. É procuradora do Estado de São Paulo desde junho de 1990, lotada na Procuradoria Judicial (Contencioso não Tributário). Foi conselheira eleita do Conselho da Procuradoria Geral do Estado nos biênios 1993/1994 e 2003/2004. Atuou como chefe de gabinete da PGE na gestão de Márcio Sotelo Felippe de 1995 a 2000 e, atualmente, é chefe do Centro de Estudos da PGE.

 

Clique aqui para ver o Álbum de fotos