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| 28 JUN 07 | ||||||
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Voz das Regionais O diretor de comunicações da
Apesp, Paulo Novaes, comentou a
estréia da seção “Voz das Regionais” (Jornal do Procurador n° 29), com o
objetivo de divulgar a situação estrutural das Unidades do interior. A
ação prossegue com o trabalho iniciado em 2005, que propôs à carreira uma
discussão acerca das prementes necessidades para se efetuar uma completa
reestruturação da PGE. Nas atuais visitas às PRs Grande
São Paulo, Ribeirão Preto e Bauru pode-se constatar os efeitos positivos
de alguns pleitos – levantados quando da primeira fase do trabalho –, já
em pleno funcionamento: transporte de processos judiciais por meio de
malotes; credenciamento de contadores; extensão das bancas especializadas
às Unidades do interior. No entanto, o contato com os
colegas do interior já aponta outras necessidades a serem enfrentadas,
tais como: realização de concursos públicos para contratação de
funcionários administrativos, promoção desvinculada, gratificação por
substituição de colegas e por atendimento às comarcas de difícil acesso,
dentre outras. Amanhã, a diretoria da
Apesp – representada por Paulo Novaes
– e o jornalista da entidade comparecerão à Procuradoria Regional de
Santos para dar continuidade aos trabalhos. A iniciativa da entidade foi
louvada por conselheiros e pelo procurador geral. Revalorização da VH Frente às
diversas indagações sobre a revalorização da verba honorária, o procurador
geral, Marcos Nusdeo, considera concluída a etapa técnica e que a
definição ocorrerá no mês de julho. Sobre a exclusão da VH nos meses de concessão de anistia
fiscal, o conselheiro Thiago Sombra
entende ser uma norma que pode ser alterada futuramente. A
conselheira Ana Cristina argumentou não existir nenhuma anistia bem
sucedida sem o efetivo trabalho dos procuradores. Para o PGE, a verba
honorária arrecadada em 2006 – mesmo desconsiderando os meses de anistia –
foi suficiente para o pleito pretendido. Dessa forma, optou-se pela
supressão para não incluir um elemento novo nas negociações. Dívida Ativa
Ary Porto
elucidou que as rotinas do procurador não serão alteradas, pois a adesão
ao programa será totalmente on
line e automatizada. O atendimento ao contribuinte não ficará a cargo
dos procuradores, uma vez que os funcionários da Secretaria da Fazenda
foram treinados para o programa e os Postos Fiscais continuarão
funcionando com esta incumbência. Sobre os honorários advocatícios, Ary
Porto esclareceu que ainda estão sob análise.
O
conselheiro Manuel Pinho mostrou preocupação com a implementação de um
programa do porte do PPI, por meio de decreto e não de lei especifica.
A
subprocuradora geral da Consultoria, Maria Christina Tibiriçá, constatou a
existência de um parecer da PA (de autoria do colega Mauro de Medeiros
Keller), aprovado pelo procurador geral, fundamentando tal
encaminhamento.
Processo eletrônico
Promoção
desvinculada A
conselheira Regina Celi, relatora do processo sobre a promoção
desvinculada, anunciou que a proposta será veiculada para a carreira no
mês de julho, para se colher contribuições que contemplem os anseios dos
procuradores. Concurso de
promoção A
conselheira Regina Celi indagou sobre a publicação da lista de
antiguidade, para se dar inicio ao próximo concurso de promoção. O
procurador geral esclareceu existir a possibilidade de colegas, que se
encontram em licença saúde, terem as aposentadorias deferidas de forma
retroativa. Sendo assim, seria prudente não abrir o concurso de promoção
antes dessas definições, pois a oferta de vagas poderá ser alterada.
Atualmente, existem três vagas para o nível V e três vagas para o nível
III. Adjudicações O
conselheiro Thiago Sombra comentou que, com o término das adjudicações,
será necessária a inclusão de verbas, no orçamento de 2008, que
possibilitem a estruturação das Unidades da PGE. Para o procurador geral,
o fim das adjudicações foi um assunto muito debatido em toda a
administração e que todas as Secretarias terão que se adaptar. A
subprocuradora geral da Consultoria, Maria Christina Tibiriçá, alertou ser
fundamental extremar os cuidados com os procedimentos licitatórios, em
todas as Unidades de despesa da PGE. Como sugestão, Tibiriçá propôs que os
chefes participem de cursos que orientem sobre tais procedimentos. Marcos
Nusdeo disse que a idéia de um curso ordenador de despesas já existe, pois
o atual Gabinete tem como meta formar “chefes gerentes”, com pleno
conhecimento de questões administrativas. Ary Porto tem orientado as
chefias, na medida do possível, a abandonarem as suas bancas para atuarem,
cada vez mais, como administradores. Orçamento
PGE/2008 José
Procópio, presidente do Sindiproesp, indagou sobre a elaboração do
orçamento da PGE para 2008 e se já existe uma previsão para a
revalorização da VH do próximo ano. Marcos Nusdeo esclareceu que o prazo
para entrega da peça orçamentária da PGE é 31/07. Neste sentido, foi
formado um grupo de trabalho para discuti-la, prevendo todas as
necessidades da PGE. Quadro de
funcionários A
conselheira Elza Masako Eda retomou cobrança acerca do estudo de
redimensionamento dos funcionários da PGE, com o objetivo de atender às
demandas do novo quadro de procuradores da PGE. Para o procurador geral, o
trabalho de redimensionamento é uma preocupação constante do Gabinete. A
atividade tem sido desenvolvida em duas instâncias: a primeira está sendo
ultimada pela chefia de Gabinete e a segunda pela Corregedoria Geral.
Grupo de Trabalho
A conselheira Leila D´Áuria Kato
indagou sobre a nomeação dos membros do Grupo de Trabalho, criado pelo
Conselho da PGE, por meio do processo CPGE 160/2007, na
sessão de 10/05/2007, com o objetivo de
mapear e descrever as teses
da PGE com fundo constitucional, ainda não definidas pelo STF; entre esses
processos, identificar aqueles com andamento mais avançado; identificar
teses semelhantes defendidas por outros Estados e o andamento do “leading case” não acompanhado pela
PGE; propor medidas para acompanhamento permanente dos “leading cases” atuais e futuros. O
subprocurador geral do Contencioso, Ary Porto, respondeu que
a nomeação ocorrerá até amanhã. Consultoria
A
subprocuradora geral da Consultoria, Maria Christina Tibiriçá Bahbouth,
destacou a realização do 1º Encontro das Consultorias Jurídicas da PGE, em
22/06, como uma oportunidade para confraternização e troca de
experiências. Comissão de
prerrogativas O processo
GPG n° 27694, que objetiva a criação de uma Comissão de Prerrogativas da
PGE, entrou em discussão na sessão de hoje. Para a
conselheira Elza Masako Eda, a criação da Comissão apenas burocratizaria
uma atribuição que já vem sendo desenvolvida pelo Conselho da PGE, citando
como exemplo o desagravo promovido na ultima sessão. Contudo, Elza propôs
a criação de um grupo de trabalho para sistematizar as prerrogativas dos
procuradores de Estado. No entanto,
Maria
Christina Tibiriçá ponderou que as prerrogativas dos advogados já são
previstas pela OAB, por meio de lei federal. O conselheiro Manuel Pinho
mostrou-se favorável à criação da Comissão, com um caráter não permanente
e sem demandar estrutura própria. Novamente,
devido à complexidade do processo, foi consensual o adiamento para a
próxima sessão. Desagravo O
conselheiro Paulo de Tarso lembrou que a ANAPE também desagravará o colega
Roberto Ramos. Verba
Honorária O subprocurador
geral da área do Contencioso, Ary Eduardo Porto, informou que o valor
arrecadado da Verba Honorária, até o dia 27/06/2007, é de R$ 3.790.805,47.
Ary Porto trouxe ainda – em resposta à solicitação da conselheira Regina
Celi – dados sobre a arrecadação do ano de 2006: arrecadação total de
ICMS, entre janeiro e setembro de 2006, foi de 36 milhões de UFESPs; valor
arrecadado da Verba Honorária, entre janeiro e dezembro de 2006, foi de
9,5 milhões UFESPs. |
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